Por Wesley Rocha

Os trens italianos do Metrô de Fortaleza estão em testes no centro de manutenção em Pacatuba (FOTO: JORGE ALVES)

As duas composições, verde com cor de gelo, uma ao lado da outra, saltam aos olhos de quem entra no Centro de Manutenção da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), em Pacatuba. Juntas, vão compor o primeiro trem do tão esperado Metrô de Fortaleza, que está em obras há 12 anos. A previsão, segundo a companhia, é que o veículo comece a transportar passageiros no segundo semestre deste ano, após os testes. O trem vai trafegar pela linha Sul, de Maracanaú ao centro da Capital.

 

O POVO apresenta hoje a nova opção de transporte da Capital.

Cada equipamento que vai formar a composição final possui três “caixas”. São dois compartimentos com uma cabine, em cada uma das extremidades, e um espaço central. A disposição das cabines permite que o trem transite, sem precisar fazer retorno. Cada trem possui 50 assentos acolchoados, mas pode levar até 450 pessoas. “Fizemos o cálculo de seis pessoas por cada metro quadrado”, explicou o gerente de Material Rodante, Montini Maranhão. Ao todo, com as duas composições juntas, o metrô terá capacidade de transportar até 900 passageiros.

 

Durante o trajeto, o veículo poderá atingir até 80 km/h. Além da rapidez, o ar-condicionado, as cadeiras acolchoadas e o bagageiro em cima dos assentos vão garantir o conforto dos passageiros. O novo meio de transporte tem também câmeras internas e externas, que contribuem para a segurança dos usuários. Da cabine, o piloto tem acesso às imagens do que está ocorrendo dentro e próximo ao trem. “O piloto vai poder ver se todos os passageiros já subiram”, exemplificou o gerente. Dentro do trem, existe ainda um sistema de som para comunicação entre piloto e passageiros.

 

Acesso

O sistema servirá também para orientar pessoas com deficiência visual. “Além do letreiro indicando as próximas estações, o sistema de som também fará isso para quem não pode ler”, detalhou Maranhão. As portas do trem são acessíveis. Além de largas, garantindo a entrada dos cadeirantes, possuem um sistema de alerta. Quando o trem está parado, as portas sinalizam um alerta luminoso para que o passageiro possa abrir. Depois de abertas, as portas centrais emitem um sinal sonoro, para orientar o acesso de pessoas com deficiência visual.

O alerta luminoso indica ainda quando o espaço destinado à cadeira de rodas está ocupado. Em cada um dos equipamentos que vão compor o trem, há dois lugares, com cinto de segurança, para cadeirantes. O novo meio de transporte funcionará com sistema elétrico. Três subestações do próprio Metrofor vão alimentar o trajeto. Os veículos foram fabricados na Itália.

 

Além do trem que já está em Pacatuba, chegarão mais 18 carros, que vão formar nove composições. O valor investido pelo Governo do Estado na compra dos trens foi de R$ 240 milhões.

Quando

ENTENDA A NOTÍCIA
Depois de 12 anos em obras, o Metrô de Fortaleza finalmente começará a operar no segundo semestre de 2011. O primeiro trem que vai trafegar pelos 24 km da linha Sul, já está no Centro de Manutenção, em Pacatuba.

TREM X METRÔ

O termo metrô, comumente usado para designar um tipo de trem, não corresponde ao veículo e, sim, ao sistema.

Os trens que serão utilizados no Metrô de Fortaleza, por exemplo, são usados como trens urbanos na Itália.

No sistema de metrô, a capacidade de transportar passageiros é bem maior. A distância entre as estações é mais curta.

Os trens antigos funcionavam com motor a diesel. Já o trem do metrô é elétrico.

Por enquanto, o trem passa por testes estáticos.

Após o fim da eletrificação do trecho que fica entre as estações Virgílio Távora (Maracanaú) e Rachel de Queiroz (Pajuçara), prevista para 31 de março, começam os testes com o trem em movimento.

 

 

 

São Paulo – Em razão de alagamento na via, a circulação de trens está interrompida, desde as 4h30 da manhã de hoje, no trecho entre as estações Caieiras e Franco da Rocha (Grande SP), da linha 7 – Rubi – (Luz – Francisco Morato), da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

A companhia acionou o Plano de Auxílio entre as Empresas em Situação de Emergência (Paese), com transporte gratuito por ônibus, para completar a viagem de quem necessita passar pelo trecho inoperante. Os usuários serão avisados por cartazes e pelo sistema de som das estações e trens. Todas as outras linhas operam normalmente.

Problema ocorre entre as estações Corinthians-Itaquera e Patriarca.
Circulação era feita em apenas uma via no trecho por volta das 8h.

Uma falha em um equipamento de via na Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo fazia com que as composições operassem com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Corinthians-Itaquera e Patriarca por volta das 8h desta terça-feira (11).

De acordo com a assessoria de imprensa do Metrô, o problema ocorreu às 7h23. Não houve interrupção da circulação. Entretanto, ela ocorria por via única, com alternância nos sentidos, no trecho afetado.

Segundo o Metrô, os usuários eram orientados pelo sistema de som. Equipes de manutenção estavam no local.

Colaborações

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Imagens da Ferrovia

Autor: David Fonseca

 

Estação Julio Prestes, colaboração do amigo David Fonseca

 

 

 

 

Nesse segundo post,  a V8 da FEPASA, na estação da Luz